domingo, 14 de março de 2010

A ilha da alegria


Eu tive um sonho, uma fantasia.
Um mundo novo e colorido,
Uma enorme alegoria,
E um sapo enternecido.

Era a Ilha da alegria ,
Um mundo comprimido,
Naquela grande euforia,
De um fruto amadurecido.

Viviam com simpatia,
Respeitando o conhecido.
Formavam uma utopia,
Um tesouro escondido.

Mas eis que veio a agonia!
Acordou o monstro adormecido!
Conhecido como Antipatia
Destruía tudo enfurecido!

E eis que se criou uma anarquia!
E começou o Zum-zum do alarido!
Acabou a simpática cantoria,
Devido ao pesadelo aparecido!

Contudo, Antipatia, arrependido,
Pediu desculpa pela ciumaria,
"Peço perdão pelo sucedido!"
Mas não gosto da calmaria!

O povo, obviamente compadecido,
Envergonhou-se com a covardia,
Pois o povo era aborrecido,
Realmente que raio de mania!

Um monstro que não era monstro,
Um povo alegre que não o era,
Uma Antipatia simpática,
E uma covardia valente!

E foi assim o meu sonho.

3 comentários:

  1. estudo sim, e tu? quem és?
    aquela história refere-se a um melhor amigo.

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