Odeio ter de ir para o meio de pessoas que me tratam tão mal, e sorrir como se nada se passasse... Dá-me voltas ao estômago.
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
As velhas árvores daquele lugar
Lá, as velhas árvores contam histórias,
As velhas árvores daquele lugar,
Com os seus ramos voando pelos ventos.
Algumas delas amigas, outras delas mais antigas,
Com os despertares rápidos e os beijos lentos.
Contam-nos das aventuras e das traições,
Que nos reais contos de fadas elas viveram,
Falam-nos dos seus ódios e das suas paixões,
E de todos os que debaixo daquelas árvores,
Por falta de vontade ou coragem pereceram.
Se estiveres atento em noites de lua cheia,
Verás as suas folhas caídas voarem sem igual,
E com a sua luz própria que talvez te encandeia,
São as árvores daquele lugar que se despedem,
E morrendo, vão entoando um cântico universal.
Também elas
foram crianças, sonhando com liberdade,
Também elas
quiseram correr, apesar da adversidade,
Mas elas
mantiveram suas raízes e ficaram, sem vacilar
Porque apesar do frio, da neve, do vento e da idade,
Elas são as velhas árvores, as velhas árvores daquele lugar.
Maria J. Vieira
domingo, 6 de novembro de 2011
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