sexta-feira, 17 de agosto de 2012

sadness

Acabei de encontrar uma versão mais educada do último rapaz de quem eu gostei... De repente fiquei triste...

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

A tortura não devia ser tradição!!

Nem sei bem por onde pegar quanto a este assunto... 
Nestas últimas 24 horas (em especial) li argumentos que me chocaram, profundamente. Alguns deles vindos de amigos e conhecidos, o que para mim foi difícil de gerir. Não sabia as pessoas de Viana do Castelo, a cidade onde habito, tão retardadas. 
Começo por dizer que a decisão de realizar-se ou não uma tourada na freguesia de Areosa (que por acaso, e neste momento infelizmente, é onde vivo), no dia 19 de Agosto, pela altura das festas da Senhora da Agonia tornou-se, a meu entender, uma confusão. Acrescento a minha dúvida quanto aos motivos reais das entidades que a autorizaram, ou estão para autorizar. Tornou-se claro para mim, se é que não estava antes, que o dinheiro está por detrás da esmagadora maioria das decisões dos órgãos de poder. 
São inúmeras as pessoas (posso utilizar este termo?) que apoiam erradamente esta denominada "tradição". Na minha mais sincera opinião, essas pessoas apoiam-se em valores errados. Para além disso, pelos comentários que eu vejo relativamente a este assunto, alguns indivíduos devem ter mesmo alguma coisa de muito errado nas suas cabeças (plural). News flash guys: nessa noite, depois de se divertirem a ver um animal ser maltratado, a vossa mulherzinha não vai pensar em vós quando estiver à procura de um pouco (nem levantei muito a fasquia para não magoar os sentimentos de outrem) de prazer...
Eu como carne. Por favor não venham com os vossos argumentos sem sentido. Uma coisa, e tenho plena consciência de que não é uma qualidade minha, é alimentar-me de carne de animais. Outra completamente diferente é feri-los gravemente ou matá-los em nome da "tradição" e da diversão.
Provavelmente será difícil conseguirem entender o porquê das touradas e das suas actividades envolventes serem algo anti-natura e errado. Abominável. Por isso peço-lhes, ponham-se na pele dos animais que são usados para despertarem umas dúzias de "olés" e "hey touro lindo"! 
Não vou sequer usar mais argumentos. Creio que este já vai dar que pensar a quem, eventualmente, ler este texto, e tiver o mínimo de moral. 
Por favor... Mudaram-se os tempos. QUE SE MUDEM AS VONTADES!

A Fine Frenzy - Near To You

domingo, 12 de agosto de 2012

A Fine Frenzy - Almost Lover

That same old story...

Percorro o caminho de volta a minha casa, passando a mão pelas flores, que libertam as suas pétalas pérola ao vento, despertando em mim um sentimento de liberdade e de paz. Mas, conforme olho para trás, vejo que essas mesmas pétalas, as quais eu libertei, caem no chão inertes, sem reacção, mortas. É como eu me sinto agora. Morta por dentro. Livre, mas morta. E de que me adianta ter a liberdade, se ela já não possui em mim nenhuma força centrifuga de atracção? De que me adianta ser um ser livre, se no meu íntimo, ainda estou ligada ao passado?
Todos nós estamos ligados ao nosso passado, seja de que forma for. Deixamos um pouco de nós com cada ser humano que partilhamos momentos da nossa efémera vida. Quer queiramos, quer não, são assim que as coisas funcionam. É impossível desligar o nosso pensamento de alguém, sem perder momentos importantes, bons ou maus, que nos pertencem, e que não devem ser deixados sem cuidado. É como se tentássemos cortar uma foto com os nossos próprios dedos. A foto ficaria bem na mesma, mas faltaria sempre ali uma peça: a outra metade de nós que, apesar de já não ser nossa nos dias que correm, ficará para sempre connosco. Para sempre. Agora eu sei que o meu passado não pode ser apagado, por muito que eu o tente. Por mais que eu tente esquecê-lo ele repousará para sempre comigo, nas águas eternas do pós vida. E tenho a certeza absoluta que nem aí conseguirei imaginar a minha vida sem ele.
A verdade é que ele me partiu. Ficou com metade de todos os meus sentimentos e de todas as minhas emoções. Tornei-me num ser humano frio e calculista. Sempre um passo à frente de toda a gente que convive comigo, cortando todas as possíveis tentativas de criar ou manter uma relação."Vou para longe daqui a pouco tempo." - desculpo-me eu, como se essa fosse a solução para todos os meus problemas.
A minha história resume-se à saudade. À saudade de ter alguém como eu tive, mesmo que por breves instantes. O conhecimento, ao mesmo tempo da negação, de que por muito que eu faça, nada me ocupará suficientemente o tempo para que tu me saias da cabeça. E que por muito que eu sorria, as lágrimas estarão sempre à flor da pele, prontas para cair pela minha face abaixo.
São as minhas saudades de ti, que não couberam em mim.